RETROCESSO
Ysolda Cabral
Horizontes são vedados
Tudo está ficando proibido
Igual aqueles anos idos
Que não deviam ter acontecido
Tento não me importar
Mas como, se aí está o atentado?
Que vedem tudo em nó bem apertado
Minha alma ninguém vedará
Como arma posso usar e usarei
O papel, parte de minhas vestes
Até mesmo a minha pele
Onde a minha poesia grafarei
Usando caneta, lápis grafite
Batom vermelho ou sangue
Pode ter certeza e liste
O que afirmo e não se zangue
A zanga endurece, embrutece
Deixa a pessoa perdida e feia
Parecendo ter cara de meia
E logo o seu dia noite parece
![](https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEjNrwXFcyeJ0WXCNRR6DBFos_oSYym0PTCgD2Jn0GmM1rWjrXWbQckb2hc8Rp3CLCQ0mgBGqvUWPGrFZ87JUmO6LIy6pv18p_TeBsMnkJy-eloh_b8k5tkg5NNWOgWPXr3iAcZs4olHZvMcr1Vzc7qnQH2QBq8k6np58ZveLhXtL89lhw=s0-d-e1-ft)
Ysolda Cabral
Enviado por Ysolda Cabral em 11/02/2014
Código do texto: T4687090
Classificação de conteúdo: seguro
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